Edição 28

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Da alimentação depende a vida e, apesar de muitos países serem potências do 1º mundo, é o Brasil, uma nação ainda emergente que possui as melhores condições para estar à frente do abastecimento alimentar mundial. E isso, pode-se dizer, é possível, em virtude da grande extensão territorial brasileira, além é claro de se tratar de dimensões continentais e cultiváveis.

É por este e outros motivos, que a Associação Brasileira das centrais de Abastecimento (Abracen) se preocupa em realizar encontros não só para tratar do abastecimento nacional, mas também em cuidar da segurança alimentar dos produtos brasileiros. E isso porque o alimento produzido aqui também é consumido no país, mas também por visitantes estrangeiros (até mesmo quando for realizado o próximo evento internacional a ser sediado aqui no Brasil – a Copa das Confederações).
Assim sendo, o primeiro encontro nacional da Abracen do ano reunirá, em Brasília, representantes das Ceasas associadas, além de outros ligados ao abastecimento. Destaco a presença do vice-presidente da WUWM, o espanhol Manuel Estrada. Ele vai falar sobre a logística da cadeia de suprimentos. Já estão confirmadas também as presenças de Marcelo Amado (Mercado Modelo/Uruguai), José Ferreño López (Neolux/Espanha) e Gonzálo Bravo (Mercado atacadista Lo Valledor/Chile).

A ser realizado no hotel San Marco, no Distrito Federal, no primeiro dia de evento, está prevista a abertura e assembléia da Abracen, oportunidade em que serão discutidos temas específicos da entidade. E tratará, em palestras, temáticas de relevância indiscutível.

Em outros estados do país a preocupação com atualização e compartilhamento de informações não é menor. A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), em parceria com a Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen), realizou o Seminário Banco de Caixas, em 21 de fevereiro, no Auditório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em São Paulo (SP).

O objetivo do encontro, que reuniu cerca de 60 participantes, foi debater as melhores estratégias de implantação e operacionalização desses bancos, responsáveis pelo armazenamento e higienização de caixas para transporte de alimentos frescos nas Ceasas brasileiras.

Na última reunião, em São Paulo, ficou atestado que o caminho para um futuro cada vez mais presente é o alimento seguro; e isto só se dará através de Centrais de Abastecimento modernas e operacionais. Para assegurar um futuro como este, as exigências são a utilização de inovações tecnológicas que devem estar acessíveis desde o produtor até as gôndolas dos supermercados.

Para todos ligados ao abastecimento nacional, o consenso gira em torno de questões como a segurança alimentar, assim como da qualidade do que se fornece. Questões de alta relevância como estas, só poderão ser garantidas, se práticas desejadas como o uso de embalagens adequadas para a comercialização forem uma realidade.

Boa leitura a todos!

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